Como se já não bastasse a carga tributária atual no país, o Inculto Estadista Lula (Lá) planeja criar uma contribuição que incidirá sobre os livros, para financiar o Programa (mais um) Pró-Leitura. Um livro acadêmico, escolar, pago ($$$) pela Classe A, B e C, hoje, não sai por menos de R$ 50,00. O brasileiro lê menos que o argentino. Será por falta de cultura ou interesse; ou será porque um livro (não tributado!) custa uma nota?
Na Argentina, do imposto de exportação, livro é item essencial na cesta básica. As edições são baratíssimas. Já no Brasil, bizarramente, o mesmo título importado é mais barato que a edição nacional. Basta consultar uma livraria de ponta para constatar isso.
Eu, particularmente, devo ser considerado um rico sujo, porque possuo um patrimônio literário de mais de R$ 1.500,00. E olha que minha humilde biblioteca não coloca inveja em ninguém. É o básico.
Dia a dia, o governo vai vinculando a receita pessoal do cidadão (trabalhador) àquilo que entende ser agradável e politicamente correto a seus olhos. Isto é Stalinismo. É programa disso, daquilo. A massa ignóbil e inútil agradece o financiamento, e as classes mais abastadas, como se isso fosse um pecado, motivo de vergonha, paga a conta e se vê obrigada a bancar esse reinado bizarro.
Estado mínimo já!
Ou me mudo para um paraíso fiscal.
Governo estuda novo imposto sobre livros Fonte: Agência Estado Data: 22/8/2009
O Ministério da Fazenda discute internamente a possibilidade de criar um novo tributo a ser cobrado das editoras de livros para viabilizar a implementação do Fundo Pró-Leitura, instrumento para incentivar a leitura no País. A proposta, que tem origem no Ministério da Cultura, conta com o apoio de integrantes do gabinete do ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas não tem a simpatia da área técnica, principalmente Receita Federal e Secretaria de Política Econômica.Os técnicos contrários à tributação avaliam que o momento de crise econômica não é propício para aumentar a carga tributária, ainda que de um setor específico. Além disso, um novo tributo tornaria ainda mais complexo o já complicado sistema tributário brasileiro. A avaliação desses técnicos é que, se não houver alternativa e for definida a tributação, o melhor seria elevar PIS/Cofins do setor. Os defensores dentro do governo da nova tributação argumentam que esse foi um compromisso assumido pelos livreiros em 2004, quando, no Plano Nacional do Livro e Leitura, houve a desoneração de PIS/Cofins das editoras. A contrapartida assumida à época pelos editores foi a de as empresas contribuírem com 1% do faturamento anual para o Fundo Pró-Leitura, que financiaria atividades como montagem de bibliotecas e formação de professores e bibliotecários. Pelos cálculos preliminares do Ministério da Fazenda, a contribuição para o fundo representaria um custo de R$ 60 milhões por ano ao setor.A eliminação do PIS/Cofins representou uma renúncia fiscal da ordem de R$ 300 milhões. O governo esperava que a desoneração resultasse na redução dos preços dos livros, o que, segundo uma fonte, não ocorreu. "As empresas usaram a desoneração e não contribuíram para o fundo", afirmou. "Os preços de livros só caíram recentemente por causa da crise."O diretor de livro, leitura e literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba, defendeu a contribuição do setor para o fundo, destacando que representaria "um compromisso social do setor para a constituição de um país leitor". Piúba ressaltou que o fundo vai fomentar a criação e modernização de bibliotecas, bem como a ampliação de seus acervos, formação de professores, bibliotecários, contadores de histórias e campanhas de leitura.
Governo estuda novo imposto sobre livros Fonte: Agência Estado Data: 22/8/2009
O Ministério da Fazenda discute internamente a possibilidade de criar um novo tributo a ser cobrado das editoras de livros para viabilizar a implementação do Fundo Pró-Leitura, instrumento para incentivar a leitura no País. A proposta, que tem origem no Ministério da Cultura, conta com o apoio de integrantes do gabinete do ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas não tem a simpatia da área técnica, principalmente Receita Federal e Secretaria de Política Econômica.Os técnicos contrários à tributação avaliam que o momento de crise econômica não é propício para aumentar a carga tributária, ainda que de um setor específico. Além disso, um novo tributo tornaria ainda mais complexo o já complicado sistema tributário brasileiro. A avaliação desses técnicos é que, se não houver alternativa e for definida a tributação, o melhor seria elevar PIS/Cofins do setor. Os defensores dentro do governo da nova tributação argumentam que esse foi um compromisso assumido pelos livreiros em 2004, quando, no Plano Nacional do Livro e Leitura, houve a desoneração de PIS/Cofins das editoras. A contrapartida assumida à época pelos editores foi a de as empresas contribuírem com 1% do faturamento anual para o Fundo Pró-Leitura, que financiaria atividades como montagem de bibliotecas e formação de professores e bibliotecários. Pelos cálculos preliminares do Ministério da Fazenda, a contribuição para o fundo representaria um custo de R$ 60 milhões por ano ao setor.A eliminação do PIS/Cofins representou uma renúncia fiscal da ordem de R$ 300 milhões. O governo esperava que a desoneração resultasse na redução dos preços dos livros, o que, segundo uma fonte, não ocorreu. "As empresas usaram a desoneração e não contribuíram para o fundo", afirmou. "Os preços de livros só caíram recentemente por causa da crise."O diretor de livro, leitura e literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba, defendeu a contribuição do setor para o fundo, destacando que representaria "um compromisso social do setor para a constituição de um país leitor". Piúba ressaltou que o fundo vai fomentar a criação e modernização de bibliotecas, bem como a ampliação de seus acervos, formação de professores, bibliotecários, contadores de histórias e campanhas de leitura.


keep on rockin in the free world!!
ResponderExcluir" ... tudo é tecido num conjunto, as pessoas vivem e atuam umas sobre as outras ... "
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